10 coisas para se fazer depois que o IE6 se for

Com a atualização de seus browsers, as empresas tem se atualizado para os novos padrões de desenvolvimento. Os famosos “padrões web” estudados pela W3C, vem sendo atendidos (na grande maioria dos casos).

O famoso IE6 (Internet Explorer verão 6), que foi “incorporado” ao Windows XP em 2002, chegou a ter 98% de uso no mercado.

Mas com o anúncio da Microsft de que eles não darão mais suporte ao Internet Explorer 6, isso promete mudar.

A seguir, uma lista do que já pode ser feitos nos novos browsers:

Usar child selectors

Chega de definir regras descentes infinitas para cancelar outras regras. Com CSS2, seletores-filho (ou child selectors) poderemos especificar regras de CSS válidas apenas a filhos diretos, e não descendentes em geral.

Ter uso total de PNGs de 24 bits

Chega de usar imagens adicionais apenas para dar um efeito de sombra, brilho ou semi-transparência. Finalmente vamos poder usar PNGs para dar mais vida aos nossos sites sabendo que isso funcionará em todos os navegadores.

Usuário do IE6 não vê essa imagem

Usar seletores de atributo

Chega de ter que definir classes para inputs – como input class=”text”… – quando podemos inserir isso com seletores de atributo do CSS2 como input[type=”text”].

Usar uma gama maior de propriedades de display

Vamos finalmente poder usar coisas como display:inline-block em vez de float:left. Ou seja, chega de float dentro de float dentro de float ad infinitum. E nada mais de usar overflow:hidden para fazer com que blocos se ajustem direito (embora devo lembrar que só conseguimos utilizar isso depois de sair o Firefox 3).

Usar min-width e max-width

Embora a implementação do IE6 de width é bem similar a correta implementação de min-width ainda não chega a ser a mesma coisa e ainda não serve para o propósito correto; além do mais, ele nem reconhece max-width. Com o fim do IE6 pode surgir uma nova renascença em block-layout design, com uma maior flexibilidade que designer estão querendo a anos.

Jogar fora 90% dos hacks de CSS (e 90% das razões pelas quais utilizá-las)

Chega de se preocupar com caracteres repetitivos estranhos, blocos misteriosamente invisíveis ou margens duplas frustrantes. Com o fim do IE6, chega também o fim da necessidade de diagnosticar e curar uma gama tão grande de bugs de rendering.

Adicionar abreviações que todos possam ver

Embora, pessoalmente, eu use apenas o elemento abbr e nunca o acronym ainda fico chateado quando lembro que usuários de IE6 não podem ver a caixinha e fico ainda mais chateado quando a ocasião estranha aparece de eu ter que usar um script para isso (e não consigo achá-lo)

Poder confiar no z-index de novo

Chega de ficar ponderando e batendo a cabeça tentando descobrir por que o layer X está em cima do layer Y quando deveria estar abaixo, tentando adivinhar o que fizemos de errado apenas para lembrar que – duh – não fizemos nada de errado: é um problema do IE6.

Economizar tempo e dinheiro

Menos tempo criando hacks significa menos tempo de desenvolvimento e um custo menor.

Nos divertir de novo

Desenvolver código CSS vai se tornar o trabalho prazeiroso que já foi algum dia. Isto é, até que nossas expectativas sejam elevadas novamente e o IE7 se torne nosso novo inimigo.

via Digital Paper

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